“Foi ainda no grupo onde aprendi esta famosa frase atribuída a Marat. O pai da propaganda da Revolução Francesa. Ela ilustra de forma fidelíssima o que me chegou aos ouvidos sobre um dos casos mais escabrosos, tristes e dramáticos da Vida aráutica recente. O caso Lívia Natsue.

Todos pudemos acompanhar desde a notícia fatídica do trágico falecimento suspeito dessa moça até poucos meses atrás, a forma como ela foi usada e abusada para fins diversos que beneficiassem a instituição e assim a isentasse de eventual dolo. Foi criado internamente bem à moda que conhecemos o culto de santidade presumida absoluta com vias até de postulação junto às autoridades eclesiásticas. Tudo era irmã Lívia rogai por nós pra lá e pra cá. Quadrinhos dela espalhados por todas as sedes e tecas com medalhões. Sua própria mãe quando adentrou sua “cela” durante o espalhafatoso velório foi proibida de obter qualquer objeto porque tudo era segundo as superioras da 02, “relíquias”.

Ora, não adentrando os detalhes ainda nebulosos mas cientes de várias versões internas que circularam à la vonté de entrega como vítima expiatória, primeiro pela conversão dos pecadores prévia à iminente Bagarre, passando pela cura de João Clá de seu AVC, e até uma suposta aparição do demônio para a moça que a teria forçado a se jogar (um visitante conhecido da casa de Clá, bastante falador por sinal) gostaria de relatar a mais nova e abjeta versão dos fatos criada novamente dentro do Tabor para fora dele sobre este caso que os fragiliza de forma mortal. Como se eles já não tivessem sua sentença decretada…

Trata-se do seguinte. A moça Lívia estava deprimidissima! Aflita com a falta que sentia de seus… PAIS!! PASMEM! Tal quadro se mostrou um dia mortal para sua saúde mental… acarretando portanto?… sentiram a baldeação inadvertida aí? Pescaram a jogatina? Pois é meus caros…

Mas e os fatos que pertinam a presença dos pais? O pai, terciário contínuo dentro do Tabor!! Vivia em estado pavonesco por ter sua filha preservada e Santa dentro do mais alto convívio com o Monsenhor! O tio membro do grupo, eremita na Espanha. A Mãe Zélia a visitava sempre que podia e era desencorajada de todas as formas a faze-lo e ainda mora na Paraíba! Escurraçada da Vida da filha por ser divorciada do pai e ter um novo marido, essa nem pôde ser informada da cerimônia dos votos perpétuos com recepção do hábito completo de sua filha. Se tornara persona non gratta.

Várias idas da mãe com com gastos à toa ao Tabor para tomar porta na cara e olhares discriminatórios das perfeitas e santas superioras e afins…

Prantos e dores.. que poderiam ter sido evitados em dado momento. Ou não. Pois o ciclo que nasce do narcisismo doentio não se encerra sem a morte de alguém. E vcs bem sabem de quem estou falando.”

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Esses assuntos dos Arautos do Evangelho não são novidade, entretanto não era tão acessível à sociedade (que os arautos tanto desprezam).
É preciso que sejam trazidos a luz todas as informações!