Ser mãe, e digo aqui ser mãe de fato, é participar da vida do filho. Só quem é mãe sabe a emoção de ver o primeiro dentinho que cai e o quanto é gostoso ver aquela janelinha na boca sorridente do seu pequeno.

Apesar de fazermos vários planos – chegamos até a dizer “meu filho vai ser isso” ou “meu filho vai ser aquilo” -, isso é algo que foge do nosso controle. O filho cresce e toma seu rumo, faz suas decisões e cria seus próprios planos, o que não é ruim, pelo contrário. A nós cabe o papel de acompanhar cada passinho, cada escolha, cada acontecimento e, mesmo sendo nossa obrigação, é mais que isso, é realização. 

Sofre a mãe que, por qualquer motivo, é privada de acompanhar a evolução de seu filho. Sofre a mãe, que por influência maldosa de outrem, perde a confiança do filho para dividir com ela os momentos mais importantes de sua vida.

Neste áudio, uma mãe lamenta, pesarosamente, ter perdido momentos tão significativos da vida de sua filha, que nunca serão recuperados, graças à terrível doutrina de apartamento das famílias de seus filhos dentro dos Arautos do Evangelho.